segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

FILHOS INGRATOS

 Wellington Balbo – Salvador BA.


Dia desses recebi email de uma mãe alegando sofrer demais com a ingratidão do filho. Estava ela numa cadeira de rodas, com o pé quebrado, e o rapaz, forte e saudável, recusou-se a ajudá-la. Naturalmente que, como mãe e ser humano que é, ficou chateada a indagar:

Que fiz eu, meu Deus, para merecer filho tão ingrato, que em nada ajuda a mãe, mesmo quando ela necessita?

Santo Agostinho, em O evangelho segundo o espiritismo, dá-nos sábias lições em mensagem intitulada – A ingratidão dos filhos e os laços de família.

Diz-nos o Espírito de Agostinho que Deus não faz provas superiores às nossas forças, e que podemos vencer o complicado desafio da ingratidão dos filhos.

Indica deixarmos de olhar apenas o presente e voltarmos os olhos ao passado para, com a ideia das múltiplas existências, encontrarmos um consolo e forças para prosseguir. 



Pois bem, não é tarefa fácil deixar de esperar reconhecimento, ainda mais de alguém tão ligado a nós pelos laços do coração e do sangue, como os filhos.

O próprio Agostinho reconhece como é complicado assuntos pertinentes ao coração. Muito mais difícil enfrentar a ingratidão do que a mesa escassa.

Seria mesmo grande ingenuidade considerar que não brotará um mínimo de decepção no indivíduo que recebe a indiferença, quando não a aversão de alguém tão querido.

Entretanto, vale lembrar que estamos no Planeta Terra, orbe de provas e expiações e, portanto, o impossível é Deus errar. Logo, ingratidão, venha de quem vier é sempre algo possível e até comum de acontecer.

Aliás, eis a vida mostrando isto a todos os instantes.

O grande ponto é aprendermos a lidar com ela, a ingratidão, principalmente dos mais caros a nós.

Ou, melhor, iniciarmos o processo de não esperar nada, absolutamente nada de quem quer que seja.

Como fazer isto?

É um trabalho íntimo que requer muito esforço, porém, é possível realizá-lo.

Evoluir de tal modo que nosso agir seja sempre no bem, independentemente do que outras pessoas irão pensar ou falar, até porque isto não nos diz respeito.

Treinar o desapego do reconhecimento, pois será isto que nos dará a independência do “Obrigado”.

E buscar modificar a visão de caridade.

A caridade que praticamos, o amor que doamos, as provas de renuncia e abnegação, o suor que vertemos em benefício alheio, em realidade ajuda muito mais a nós do que ao outro, pois somos sempre os primeiros beneficiados da caridade praticada.

É como consta em O evangelho segundo o espiritismo, na mensagem de Lázaro denominada – O dever. O dever, em primeiro lugar é para comigo, depois com o outro. Ora, se o dever é para comigo, então vou estender minha mão ao outro, pois será assim que trabalharei pela minha própria evolução.

Quem acende em si a luz da caridade ilumina quem está ao redor e jamais ficará imerso nas trevas.

Portanto, agradecer é dever de quem recebe, mas nem todos cumprem o dever.

Entretanto, não esperar gratidão, reconhecimento ou mesmo um mero obrigado é o antídoto para livrar -se da decepção.

Tornar a prática do bem um hábito, de tal modo que, dia chegará em que agiremos no bem sem perceber, e de forma tão espontânea que agradeceremos quando recebermos e não cobraremos quando beneficiarmos…

Assim, livres de nos sentirmos vítimas da ingratidão alheia, seguiremos nosso caminho sempre fazendo o bem, não por recompensa, mas porque é um hábito que adquirimos com muito treino e vontade de gozar um pouco de liberdade que só o bem nos concede.

Pensemos nisto.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Dinheiro!


Com Dinheiro pode-se comprar uma casa, mas não um lar.

Com Dinheiro pode-se comprar uma cama, mas não o sono.

Com Dinheiro pode-se comprar um relógio, mas não o tempo.

Com Dinheiro pode-se comprar um livro, mas não o conhecimento.

Com Dinheiro pode-se comprar comida, mas não o apetite.

Com Dinheiro pode-se comprar posição, mas não respeito.

Com Dinheiro pode-se comprar sangue, mas não a vida.

Com Dinheiro pode-se comprar remédios, mas não a saúde.

Com Dinheiro pode-se comprar sexo, mas não o amor.

Com Dinheiro pode-se comprar pessoas, mas não amigos.

 

... dinheiro não é tudo...





domingo, 1 de novembro de 2020

Que o brilho das estrelas....

🌟Que o brilho das estrelas, ilumine o viver de todas as pessoas que prestigiam o BEM, são do BEM e fazem o BEM sem olhar a quem.🌟


by Fábrica de pensamentos 



terça-feira, 13 de outubro de 2020

Carências




 

Vives num mundo no qual a carência é constante, gerando desequilíbrio e promovendo violência.

Há carência afetiva, porque aqueles que desejam ser amados não se resolvem por amar com sentimento fraternal.

Permanece a carência de emprego, porque escasseia o número dos que desejam trabalhar com dignidade recebendo um salário justo.

Predomina a carência de saúde, em razão dos exageros alimentares, dos vícios e da rebeldia mental.

Espalha-se a carência econômica como conseqüência da falta de solidariedade de todos, no relacionamento de uns para com os outros. 

Aumenta a carência de segurança graças ao desrespeito à liberdade do próximo, como efeito da libertinagem que se generaliza.

Avoluma-se a carência de alimentos em várias áreas, enquanto noutras o desperdício assustador.

Quase todas as pessoas se apresentam em carência, afirmando nada receberem, sem embargo, possuindo inúmeros recursos que são escassos noutras, mas que se recusam oferecer-lhes. 

O problema da carência é resultado do desamor ao próximo, à vida, ao dever.

A ociosidade de uns provoca a carência de outros.

O egoísmo de alguns responde pela carência de muitos.

A ambição de diversos gera a carência de multidões.

Faz-se necessário igualmente, considerar-se que a Terra ainda não é o paraíso, onde a abastança, a plenitude e a paz estabeleçam um oásis de encantamento.

Escola de aprimoramento das almas, propõe um currículo rigoroso para aprendizagem valiosa.

Ninguém, todavia, lhe desrespeita impunemente os códigos para a própria formação moral e evolutiva.

Justo, portanto, que o estágio nos seus cursos se faça mediante esforço e obediência rigorosos.

Cada dia possui vinte e quatro horas, na sucessão dos anos...

Reserva qualquer espaço de tempo para diminuíres a carência vigente. 

Não alegues cansaço, nem te apresentes desanimado.

O que tens, escasseia noutras pessoas.

Conforme gostarias de receber um pouco daquilo que eles possuem em quantidade, começa por seres tu, aquele que oferece primeiro.

Aprende a dar, a fim de que outras criaturas comecem a permutar.

A experiência da bondade gera o hábito da solidariedade, que desenvolve os sentimentos nobres dormindo latentes em todos os indivíduos.

Observa a sabedoria da natureza, que reflete a misericórdia do Pai e, desse modo, inspira, fala e atua ao lado de outros contra a carência, inaugurando o período da fartura que só o amor sabe proporcionar.


Joanna de Ângelis

 ♥

sábado, 3 de outubro de 2020

Amor é amor

 As pessoas confundem amor, com ciúme, amor, com posse, com ter e com muitos sentimentos. 

E amor é amor é a única coisa que salva, que edifica, que não se barganha, se da, e não se espera nada em troca. 

-Ele dói ? Eu Mesmo já me perguntei isso. 

Ele só dói quando esta misturado com sentimentos que o homem cria de ilusão de Posse e poder de orgulho vaidade de egoísmo,inveja, etc 

O amor no seu mais puro efeito, não dói , não faz sofrer e jamais deveria dar medo. Amor é a única salvação da humanidade. E acredito também que onde existe amor existe felicidade mesmo que em momentos fracionados.

(TCristina)

by Fábrica de pensamentos 

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segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Chora... 2016

 Chora porque não sabe o que quer,
Ou chora por saber demais
Chora por ficar sozinha
E depois por querer paz.

Chora por ser boa e

Também quando não pode ser

Chora de saudade e chora sem razão também.

                        (TCristina) 

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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Todo mal tem poder transitório...

Todo mal tem uma força transitória, por nascer da ignorância do homem. O bem tem poder soberano, por se originar da sabedoria de Deus. 




by Fábrica de pensamentos 











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